SE VOCÊ FOSSE PARA O LEITO DE PROCRUSTO SERIA CORTADO OU ESTICADO??
Desta maneira vamos refletir sobre as diferenças sociais, as variações sociais, a desigualdade entre raças, opções sexuais e padrões de belezas e as demais desigualdades. Atualmente discutisse muito esta questão da desigualdade que deve se respeitar os colegas, amigos diferentes de nós, que não existe o certo e o errado, existem diferenças e as mesmas devem ser respeitadas. Mas, será que nossa educação tem conseguido trabalhar e aceitar estas diferenças?Será que nossas escolas não estão excluindo ao incluir? Os Direitos Humanos garante que todos somos iguais perante a lei e temos os mesmos direitos, mas a pratica social difere do que esta escrito. A escola que tem como papel trabalhar a questão da socialização e conscientização dos direitos humanos e suas diferenças. Como afirma Barroso: “a escola exclui ‘incluindo’, a escola exclui por que deixou de fazer sentido”.
È necessário repensar a pratica de ensino, reformular o currículo e problematizar a questão de diferenciação curricular. Não se pode trabalhar com o conceito de homogeneidade pensar assim é negar as diferenças de cada um, não somente da pessoa com deficiência mas também daqueles que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizagem.
Não é simplesmente jogar esta criança na sala de aula, sem dar suporte, estrutura física, material pedagógico, sem dar suporte aos professores, sem conscientizar a comunidade escolar e depois ir remendando a educação, ajustando pelos trancos e barrancos, jogando pra fora os que estão dentro, cortando um pouquinho aqui ali, alongando cá e lá. È necessário um preparo, um embasamento teórico/pratico para recuperar o sentido da educação inclusiva.
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